Homem é preso com quase 100 iPhones 17 sem nota fiscal ao embarcar para SP

Um homem que tentava embarcar no Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu (PR) com aproximadamente 100 smartphones sem nenhuma documentação fiscal foi preso pela Polícia Federal (PF), que avaliou a carga como “milionária”. O caso aconteceu no último sábado (17).

Embora as autoridades não tenham confirmado os modelos dos produtos apreendidos, a imagem divulgada mostra uma grande quantidade de caixas do iPhone 17 laranja e prata, que podem ser da versão Pro ou Pro Max. Lançadas em setembro do ano passado, as variantes Pro têm preços sugeridos a partir de R$ 11.499 e R$ 12.499, respectivamente.

iPhones apreendidos seriam levados para São Paulo

O passageiro preso com cerca de 100 iPhones 17 Pro no Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu foi identificado durante fiscalização de rotina da PF realizada diariamente no local. Em meio ao trabalho, os agentes abordaram uma família que transportava nove malas, tentando embarcar para a cidade São Paulo (SP).

No contato inicial, os viajantes não comentaram a respeito dos dispositivos que transportavam, fazendo com que os policiais vistoriassem a bagagem;A partir da inspeção das malas, a PF encontrou aproximadamente 100 celulares da Apple;Nenhum dos smartphones que estavam nas malas possuía documentação fiscal, conforme as autoridades do aeroporto;Dessa forma, o passageiro responsável pelos aparelhos foi preso em flagrante pelos policiais.Caixas de iPhones 17 Pro/Pro Max apreendidos pela PF no Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu. (Imagem: Polícia Federal/Divulgação)

Encaminhado à Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu, o passageiro que não teve a identidade revelada permanece à disposição da justiça. A carga milionária foi classificada como “produtos descaminhados”, que são importados ou exportados sem o pagamento dos tributos obrigatórios.

Diferente do crime de contrabando, que diz respeito à entrada no país de produtos cuja venda é proibida no Brasil, o descaminho se refere apenas à fraude fiscal. O não pagamento dos impostos devidos, nestes casos, pode resultar em pena de um a quatro anos de prisão.

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