
02 set Magalu lança delivery próprio de comida com foco no interior
A empresa brasileira Magazine Luiza, a Magalu, revelou nesta quarta-feira (2) a expansão de um serviço para os clientes. Trata-se de um delivery que, em breve, deve acirrar ainda mais a disputa por esse mercado no país. A informação foi revelada pela Exame e confirmada pelo TecMundo.
O Magalu Delivery funciona com base nas operações do aiqfome, que pertence ao grupo Magalu desde setembro de 2020, e será adicionado de forma progressiva dentro do aplicativo do Magazine Luiza.
A plataforma original permanecerá com aplicativo próprio, mas agora clientes da loja digital também terão acesso a essa tecnologia. A expectativa é que o agregador de deliveries regionais tenha capacidade para atender até 1.170 cidades do país.
De acordo com o comunicado oficial de lançamento, a Magalu acredita que a adição do delivery “aumenta ainda mais a frequência de compras e o tempo de permanência dentro do aplicativo” por parte dos clientes.
Foco no interior
Apesar do foco em refeições, com 23 mil restaurantes já cadastrados, também é possível solicitar pela plataforma itens de supermercado, farmácia e conveniência. A atuação começa pelo interior, em mais de 400 cidades de Minas Gerais e Paraná.
A expansão para cidades maiores será feita de maneira gradual. Capitais, por exemplo, já contam com uma disputa acirrada atualmente entre o líder iFood e as recentes concorrências de 99Food e Keeta.
Fora a atuação nesses mercados e o hub regional, que tem parceria com outros serviços de delivery de localização mais específica, a Magalu garante entregas de até 60 minutos para os pedidos.
Segundo a Exame, a Lu, influenciadora virtual da marca, vai produzir materiais nas redes sociais sobre o delivery junto de criadores de conteúdo locais e as lojas físicas da rede.
A bolsa de entregas será na cor azul, a mesma do grupo, com cupons e lançamentos locais previstos ainda para setembro em algumas cidades não nomeadas.
Recentemente, iFood e Keeta viraram notícia por uma denúncia envolvendo possíveis ‘preços predatórios’ por parte da marca chinesa. Entenda a disputa nesta matéria!